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Mensagens

A mostrar mensagens de Novembro, 2016

O VERBO PERGUNTAR

Primeiro vemos um amanhecer e perguntamos depois o que é, para que serve, para que nos serve. O mesmo com a noite, com o riso, com a viagem ou o pranto.
Quem fez a primeira pergunta? Quem proferiu a primeira palavra? Quem chorou pela primeira vez? Porque é tão quente o sol? Porque se morre? Porque se ama? Porque há o som e o silêncio? Porque há o tempo? Porque há o espaço e o infinito? Porque existo eu? Porque existes tu? — Um dia, a escritora Clarice Lispector criou uma lista interminável só com perguntas assim. Há um momento em que percebemos que as perguntas deixam-nos mais perto do sentido, do aberto do sentido, do que as respostas. Que as respostas são úteis sim, que precisamos delas para continuar vivendo, mas que a vida transforma as próprias respostas em perguntas.

"A origem do universo" - cuidar da casa comum

O papa encontrou-se esta segunda-feira, no Vaticano, com o físico e cosmólogo inglês Stephen Hawking, no contexto da sessão plenária da Academia Pontifícia das Ciências, que decorre entre sexta e terça-feira, 29 de novembro.  O investigador ateu de 74 anos, membro da Academia desde 1986 e um dos cerca de 60 participantes no encontro, falou sobre "A origem do universo" no primeiro dia da iniciativa.  Na assembleia plenária da academia, considerada a mais antiga do mundo no domínio da ciência e aberta a investigadores independentemente da sua pertença religiosa, participam várias personalidades distinguidas com o prémio Nobel.

O Sim de Maria!

Rezar em família no Advento - I Domingo

1.ª SEMANA DO ADVENTO
CONTEMPLAR A ALEGRIA DO EVANGELHO “Virá o Filho do homem”
ITINERÁRIO SIMBÓLICO Atitude mariana: Silêncio vigilante

ORAÇÃO P. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. R. Amém!
 P. Com Maria e José, oremos ao Senhor!
 R. Neste Natal, Ele nos dê a alegria do Seu amor!
P. Nesta primeira semana do Advento, a Palavra de Deus adverte-nos para estarmos atentos e não deixarmos arrombar a nossa casa! Uma maneira simples de “guardar” a nossa casa do risco e da ameaça da divisão, da violência ou da tristeza, é rezar. Família que reza unida, permanece unida (AL 227).

Reconhecer a vida do não nascido em registro civil

A Áustria estabelece um precedente para reconhecer a vida do não nascido. Neste caso, o governo dirigido pelos social-democratas obteve apoio suficiente para avançar com uma reforma que permite aos pais inscrever no Registo Civil as crianças falecidas antes do nascimento com peso inferior a 500 gramas. Esta medida, que saiu graças ao apoio dos cristãos democratas e dos socialistas, outorga aos pais uma certidão de nascimento de seu filho falecido, assim como a certidão de óbito na qual consta o nome do bebê.

ADVENTO EM FAMÍLIA - CONSTRUIR A CASA DA SAGRADA FAMÍLIA

O ano pastoral da Arquidiocese tem, em 2016/2017, um desafio mariano: “A Fé Contemplada”. A alegria de ser discípulos missionários entusiasma- nos a viver de forma renovada este Ano Pastoral. Fazemo-lo, assumindo a celebração nacional do Centenário das Aparições em Fátima (1917-2017), na perspetiva da fé contemplada. Neste ano, propomo-nos continuar a redescobrir a nossa identidade cristã e o dom da fé, numa contínua adesão e conversão a Jesus Cristo, através da contemplação das maravilhas que Deus opera em Maria e na nossa própria vida pessoal, familiar, paroquial e social. Deste modo, como Maria, somos felizes, porque acreditamos! A oração é uma das principais fontes da alegria e felicidade, em que se renova a nossa fé na luz, guia e companhia de Maria. Por isso, na nossa caminhada do Advento e Natal, julgamos oportuno propor a oração do rosário (ou parte dela). Posto isto, cada família é convidada a construir a “Casa” para a Sagrada Família.

Constrói para ti um jardim

Na tradição culta chinesa um intelectual era aquele que se distinguia no cuidado do seu jardim, não apenas aquele que fabricava ideias ou palavrasUm dos aspetos mais interessantes deste tempo desencontrado em que vivemos é o regresso à terra. Passámos, como sociedade, por um processo de industrialização acelerada que nos levou para longe da natureza e das suas formas. Hoje vemos uma geração de gente nova a voltar ao campo, a tentar descobrir um outro estilo de vida e uma economia diferentes. Com este regresso à terra, há também um retorno, digamos assim, àquilo que a terra nos pode dar de mais autêntico, vencendo as formas de exploração selvagem da criação: o uso abusivo dos químicos, os vários tipos de produção cega, que se torna perigosamente tóxica.

O que foi e o que fica do Ano da Misericórdia?

O papa recordou vigorosamente que usar misericórdia não significa calar as realidades que ferem os seres humanos e a sua dignidade.
«Ide aprender o que quer dizer “misericórdia quero, e não sacrifícios”» (Mateus 9, 13). Assim Jesus se dirigia aos homens religiosos do seu tempo que o censuravam porque se sentava à mesa com publicanos e pecadores. Ele, com efeito, veio «não para os justos, mas para os pecadores». E sobre este «aprender a misericórdia» o papa Francisco quis configurar o jubileu que se encerrou no domingo: não uma rejeição daquilo que é bem e daquilo que é mal em absoluto, não uma relativização da gravidade de certos comportamentos, mas a convicção evangélica de que, para usar as palavras do papa João XXIII na abertura do Vaticano II, «no tempo presente a Igreja prefere usar o remédio da misericórdia em vez de pegar nas armas do rigor; pensa que se deve ir ao encontro das necessidades contemporâneas, expondo mais claramente o valor do seu ensinamento, em vez de condenar».

Dúvidas de fé: muro intransponível ou fronteira aberta?

«"Padre, tenho tantas dúvidas sobre a fé, que devo fazer? O senhor nunca tem dúvidas?": este diálogo imaginário, que ocorrerá a muitos crentes ao longo da sua vida, foi evocado esta quarta-feira pelo papa, no Vaticano, para salientar que os questionamentos sobre as convicções religiosas fazem parte da vida cristã e não têm de se tornar num muro intransponível para Deus.Depois de responder à segunda pergunta sobre as interrogações de fé - «tenho muitas» -, Francisco afirmou: «É certo que em alguns momentos a todos ocorrem as dúvidas. As dúvidas que tocam a fé, em sentido positivo, são um sinal de que queremos conhecer melhor e mais a fundo Deus».

SOBRE ESTAR SOZINHO

Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o início deste milênio. As relações afetivas também estão a passar por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor. O que se procura hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar. A ideia de que uma pessoa é o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos. Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino. A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei.

Conselhos do Papa Francisco para ir à Missa com crianças

Choros ou gritos das crianças podem atrapalhar, mas a comunidade deve incentivar a participação de toda família.
“Chata!” Respondi à minha avó quando me perguntou sobre o que eu havia achado da Missa. Na época, eu tinha uns seis anos. E olha que cresci em uma família católica, frequentando Missas e catequeses! Recordo que ir à Missa, muitas vezes, representava uma soneca durante a  homilia, pipocas doces e coloridas ou sorvete no fim. Confesso que minha participação não era exemplar, porém, creio que essa liberdade na participação foi ajudando a semear a fé em meu coração e em minha mente.

Falta de leitura Bíblica está a criar «adultos menos cultos»

A escritora Alice Vieira lamentou hoje a falta de leitura bíblica que existe na sociedade portuguesa, em especial “entre as crianças”, facto que está a gerar adultos “menos cultos” e "incapacidade para resistir" A escritora participou na conferência «As artes de narrar a Bíblia», que integrou a 5ª Jornada de Teologia Prática, na Universidade Católica Portuguesa, onde deu conta do processo de escrita do livro «Histórias da Bíblia Para Ler e Pensar», da sua autoria. “Enquanto as crianças não lerem as histórias da Bíblia, estaremos a criar adultos menos cultos”, sublinhou à Agência ECCLESIA.

DIVÓRCIO

Meus amigos separados não cansam de perguntar como consegui ficar casado 30 anos com a mesma mulher. As mulheres sempre mais maldosas que os homens, não perguntam a minha esposa como ela consegue ficar casada com o mesmo homem, mas como ela consegue ficar casada comigo. Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja, querem conhecer o segredo para manter um casamento por tanto tempo. Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário. Não sou um especialista do ramo, como todos sabem, mas dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue: Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar. Ninguém aguenta conviver com a mesma pessoa por uma eternidade. Eu, na realidade já estou no meu terceiro casamento – a única diferença é que casei três vezes com a mesma mulher.

"Como passa Deus lá em casa?"

Segunda CABaqueira em família! À conversa com a Catarina e o Pedro Portela. Casados e pais de 4 filhotes, partilharão os desafios de encontrar Deus, no meio de tantos TPC´s e atividades extra curriculares.
Dia 2 ​7​  de Novembro, às 17h, no CAB (Centro Académico de Braga).
Inscrições em: https://goo.gl/qJef9I

MISERICORDIA ET MISERA

DO SANTO PADRE FRANCISCO  NO TERMO DO JUBILEU EXTRAORDINÁRIO DA MISERICÓRDIA 
 FRANCISCO a quantos lerem esta Carta Apostólica misericórdia e paz! 
MISERICÓRDIA E MÍSERA (misericordia et misera) são as duas palavras que Santo Agostinho utiliza para descrever o encontro de Jesus com a adúltera (cf. Jo 8, 1-11). Não podia encontrar expressão mais bela e coerente do que esta, para fazer compreender o mistério do amor de Deus quando vem ao encontro do pecador: «Ficaram apenas eles dois: a mísera e a misericórdia».[1] Quanta piedade e justiça divina nesta narração! O seu ensinamento, ao mesmo tempo que ilumina a conclusão do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, indica o caminho que somos chamados a percorrer no futuro. 
1. Esta página do Evangelho pode, com justa razão, ser considerada como ícone de tudo o que celebramos no Ano Santo, um tempo rico em misericórdia, a qual pede para continuar a ser celebrada e vivida nas nossas comunidades. Com efeito, a misericórdia não se pode reduzir a u…

P. Carlos Carneiro: "A Igreja precisa de ser mais família"

Tempo para a Família

O VERBO SONHAR

Aquele lugar vazio dilatava o mundo.  Assegurava-nos, sem palavras, que a felicidade existe.
É impossível não ficar consternado quando, ao tornear o magnífico monte solitário, em vez de uma enseada silenciosa e vazia nos deparamos com um aglomerado onde a construção imobiliária se atropela, numa vertigem de dinheiro e ódio pela paisagem natural. Dir-me-ão que não é exemplo único. Sim, infelizmente não é. Mas aquela enseada teve como locatário único, durante séculos, apenas o vento. O vento que naquela franja do litoral se fazia lento, rastejava mansamente aplainando a areia, construía a caixa acústica para apurar as múltiplas possibilidades do seu assobio, esculpia as rochas negras que entravam como dóceis animais imóveis pelo mar adentro. O mar tinha o mesmo aspeto do cobre, um verde fundo cheio de cambiantes líquidas e azuis, mas ali incrivelmente límpido. Aquele lugar vazio — como dizê-lo? — dilatava o mundo. Assegurava-nos, sem palavras, que a felicidade existe. Aquele lugar era bel…

O VERBO REPOUSAR

Porque resistimos tanto a parar e a encontrar formas de repouso que nos devolvam a nós próprios? Por uma razão simples: achamos que o ativismo descomplica e a quietude nos atrasa, abrindo o tampão das nossas motivações mais profundas.
Há um curioso conto da sabedoria islâmica que fala de um homem que perde uma chave dentro de casa. Porém, como no exterior há mais luz e se vê melhor, em vez de a procurar no sítio onde a perdeu, vem colocar-se confortavelmente a buscá-la ali. Parece bizarro, mas acontece-nos a todos com frequência: buscamos onde julgamos ser mais fácil e não necessariamente no sítio onde seria razoável que o fizéssemos. Por exemplo: porque resistimos tanto a parar e a encontrar formas de repouso que nos devolvam a nós próprios? Por uma razão simples: achamos que o ativismo descomplica e a quietude nos atrasa, abrindo o tampão das nossas motivações mais profundas. O movimento parece mais fácil: ele preenche o tempo, mantém-nos ocupados dentro dos seus círculos em vertigem…

TUDO COMEÇA PELO ESPANTO

Uma das grandes virtudes que precisamos de reencontrar é a arte do espanto, pois é verdadeiramente por aí que tudo começa...

Lembro-me muitas vezes de um ensaio da escritora italiana Natalia Ginzburg sobre aquilo que os pais transmitem aos filhos. E a opinião dela é que os pais parecem esgotar o seu papel no ensinamento das pequenas virtudes, e frequentemente se demitem de dizer uma palavra ou tomar uma iniciativa sobre as grandes. É como se todo o nosso sistema de valores educativos se restringisse à aprendizagem do que é o senso comum adquirido, aquilo que de uma forma ou de outra se respira no ar, escolhendo assim a estrada mais cómoda. O pior, porém, é o que, neste modelo educativo, se deixa a descoberto em termos da aventura humana como aventura de construção do sentido. E Natalia Ginzburg dá exemplos. A relação com o dinheiro é um deles. Os pais sentem o cuidado de ensinar os filhos a poupar e a utilizar de forma parcimoniosa os recursos financeiros, mas sentem menos, como tarefa…

MANIFESTO A FAVOR DAS REFEIÇÕES EM FAMÍLIA

As refeições são para ser desfrutadas em família e a convivência tem obrigatoriamente que fazer parte dessa rotina. É preciso que haja um diálogo, uma partilha real de conversas, interesses, pontos de concórdia e também de discórdia
Do ponto de vista histórico, as refeições sempre foram um momento de partilha e de convivência, mas hoje em dia parece que esse significado se “evaporou”. Não percebo muito bem o porquê de isso ter acontecido, mas de uma coisa não tenho dúvidas: só depende de nós voltar a recuperar o que se foi perdendo!

Quer ser um bom pai?

Veja os conselhos do Papa Francisco A sabedoria do Papa Francisco em forma de dicas valiosas
“Um bom pai sabe esperar e sabe perdoar, do fundo do coração”, afirmou o Papa Francisco durante uma catequese na qual refletiu sobre o papel do pai na família, colocando como exemplo a parábola do Filho Pródigo. O Papa se referiu à função do pai na família, a partir de uma perspectiva positiva, deixando de lado os “perigos dos pais ‘ausentes’”.
“Toda família precisa do pai”, disse. O pai “sabe bem quanto custa transmitir esta herança: quanta proximidade, quanta doçura e quanta firmeza”, mas também “quanto consolo e recompensa se recebe quando os filhos honram esta herança! É uma alegria que redime todo cansaço, que supera toda incompreensão e cura toda ferida”.

O TEMPO COMO DOM

A verdadeira viagem é aquela que dura tanto que já não se sabe porque se veio ou porque se está
Nós somos duração (ou, pelo menos, “duro desejo de durar”, como Paul Éluard defendia). Quer dizer, trazemos em nós a memória e a presença de tempos muito diversos e isso, por muito que nos custe, é um dom. Conhecer-se é tomar consciência desses tempos que coexistem em nós, mesmo no seu contraste. Gostaríamos que a vida fosse mais linear e harmoniosa, não tivesse a marca daquele solavanco ou daquela ferida, não tivesse atravessado aquele estremecimento. É verdade, para bem e para mal, aquilo que Camus escreveu: “O homem é o único animal que se recusa a ser o que é.” Mas em nós coexistirão sempre o breu e a lâmpada, o tesouro e o barro, e a atitude não é mudar aquilo que não podemos mudar, mas perceber que a ambivalência, em certo grau, também é uma respiração que nos pertence.

O que nos salva é o olhar

Usamos os outros em função das nossas necessidades: verdadeiramente não os encontramos
Uma experiência que infelizmente se vai propagando é a de algumas consultas médicas em que o médico praticamente não olha para o paciente. Ele surge por detrás de uma secretária, diante de um computador, e nos 15 ou 20 minutos que dura o encontro ocupa-se sobretudo a preencher um relatório informático. As perguntas sucedem-se, mas o médico tem os olhos colados ao teclado. A técnica torna-se assim o fator principal e depressa se converte em sistema. A informação trazida pelo olhar sai menorizada: é como se, de repente, nos tornássemos descrentes em relação às suas possibilidades. A questão que, no entanto, fica é se podemos examinar (e nem falemos já de curar) aqueles que não chegamos a ver.

Meteorologia

Se há coisa que aprendemos depressa é esta: todos queremos, precisamos, desesperamos por ser felizes. Mas cada um é feliz à sua maneira. Dentro da semelhança aloja-se, portanto, esta inultrapassável variação que torna a vida (ainda mais) complexa e fascinante. Por exemplo, uma das minhas amigas mais antigas adora a chuva e o frio. Eu, por mim, prefiro de longe o calor e o sol. A princípio nem percebia bem as lamentações dela quando a primavera se enrobustecia e tudo decididamente se ilumina. Com os anos habituei-me ao mau humor dela em relação ao verão, aos adjetivos resmungados contra as rotinas estivais, ao completo rancor com que ela olha a meteorologia desses meses seguidos que fazem a felicidade de tantos.

Mas como é uma casa com estilo católico?

A maioria das pessoas tende a concordar com isto: a maneira de se decorar uma casa pode revelar muito sobre as pessoas que vivem nela. Existem casas alegres e casas carrancudas; casas modernas, casas neoclássicas, casas mediterrâneas; casas joviais e casas envelhecidas, quase agonizantes; casas limpas e casas sujas… E existem casas budistas, judaicas, muçulmanas, ateias, sincretistas… Ou católicas. Mas como é uma casa católica? Evidentemente, nada pode e deve ser mais católico dentro da sua casa do que você mesmo e a sua família. De pouco adianta “enfeitar” a sua sala e os quartos com imagens e símbolos da Igreja se a sua vida não reflete na prática a fé que você diz abraçar. Revista-se você de Cristo – e o mais virá em consequência. Feita esta premissa fundamental, não deixa de ser importante que também o ambiente ao seu redor seja coerente com a visão de mundo católica. Uma casa católica é aconchegante e humanamente calorosa. De novo, o principal fator que lhe atribui essas característica…