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Mensagens

A mostrar mensagens de Junho, 2016

Falar do Sacramento do Matrimónio

Disciplina de EMRC

Acerca deste assunto podemos ver e ler também aqui


Humor e fé

Em Bragança, no Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, falou-se de Arte, Humor e Fé. Estiveram à conversa sobre este tema a própria pintora Graça Morais, o frade franciscano Fernando Ventura e a atriz Maria Rueff. Graça Morais falou da influência da sua educação religiosa na pintura que produz. Tem obras em que é evidente o diálogo e o confronto entre o sagrado e o profano, outras em que transparecem elementos religiosos como a Pietá. E ainda outras que se inspiram em certas manifestações religiosas, como as procissões.
Maria Rueff, apesar de já ter recebido prémios pelo desempenho de papéis dramáticos, ainda é mais conhecida como cómica. Testemunhou as fricções que, por vezes, há entre a fé e o humor. Sobretudo quando o humorismo sobre temas religiosos é entendido como um “rir de” e não como “um rir com”. Frei Fernando Ventura, com o recurso ao bom humor, ajudou por seu lado a desconstruir a ideia de que o bom sermão é o que faz chorar. Fê-lo no encontro com a pintora e a atriz e ta…

Aprender a caminhar para o coração

“É preciso aprender a reencontrar o caminho para o nosso coração”, aponta papa Francisco Na passada quarta-feira escutámos a parábola do juiz e da viúva, sobre a necessidade de orar com perseverança. Hoje, com uma outra parábola, Jesus quer ensinar-nos qual é a atitude justa para rezar e invocar a misericórdia do Pai. É a parábola do fariseu e do publicano (cf. Lucas 18, 9-14). Ambos os protagonistas vão ao templo para orar, mas agem de maneiras muito diferentes, obtendo resultados opostos. O fariseu ora ficando de pé e usa muitas palavras. A sua é, sim, ora oração de ação de graças dirigida a Deus, mas na realidade é uma ostentação dos próprios méritos, com ares de superioridade em relação aos «outros homens», qualificados como «ladrões, injustos, adúlteros», como, por exemplo, «este publicano».

11 Conselhos do Papa Francisco para os namorados e noivos na exortação «A Alegria do Amor»

É necessário «ajudar os jovens a descobrir o valor e a riqueza do matrimónio», escreve o Papa Francisco na exortação apostólica Amoris Laetitia («A Alegria do Amor»), apresentada a 8 de abril. Dela podemos retirar uma série de conselhos do pontífice para os namorados e noivos:
1. Na preparação dos noivos para o matrimónio, «é necessário lembrar a importância das virtudes. Dentre elas, resulta ser condição preciosa para o crescimento genuíno do amor interpessoal a castidade» (n.º 206)
2. «Aprender a amar alguém não é algo que se improvisa, nem pode ser o objectivo dum breve curso antes da celebração do matrimónio. Na realidade, cada pessoa prepara-se para o matrimónio, desde o seu nascimento. Provavelmente os que chegam melhor preparados ao casamento são aqueles que aprenderam dos seus próprios pais o que é um matrimónio cristão, onde se escolheram um ao outro sem condições e continuam a renovar esta decisão» (n.º 208)