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Mensagens

A mostrar mensagens de Março, 2016

Os jovens e a família...

Hino ao meu pai

O meu pai é a melhor imagem daquilo que é o amor de Deus, Ele é ternura e o aconchego, o alento e o apoio O meu pai é o exemplo! Ele é a presença e a dedicação Também é a minha alegria! Deus abençoou-me com o pai que me deu!
Sempre dedicado e trabalhador Transmitiu-me os valores e a humildade Indicou-me a “melhor” direção Levou-me a descobrir a beleza de Deus Pai As suas lições são luz como as estrelas Deus abençoou-me com o pai que me deu!

A minha experiência como pai é a experiência de “tornar-me pai”!

A minha experiência como pai é a melhor experiência que vivi até hoje. Ter filhos sempre fez parte dos meus objetivos e do nosso projeto de vida como família. Quando peguei em cada um dos meus filhos, o João e o Pedro, pela primeira vez, no meu colo, senti “tornar-me pai”. Senti-me completo e ao mesmo tempo incompleto! Cada um destes sentimentos iniciaram-me na experiência de “crescer”, de entrega, de proteção e de ser um bom pai. Esta é para mim a experiência mais marcante, exigente, plena, responsável, grandiosa, de constante construção e eterna. É assim que me vejo como pai!

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A EUTANÁSIA

«Eutanásia: o que está em jogo? Contributos para um diálogo sereno e humanizado» Conferência Episcopal Portuguesa 14 de Março de 2016
1. O que são a eutanásia e o suicídio assistido? Etimologicamente, o termo “eutanásia” deriva do grego: eu, “boa”, e thanatos, “morte”. Por eutanásia, deve entender-se «uma ação ou omissão que, por sua natureza e nas intenções, provoca a morte com o objetivo de eliminar o sofrimento»[1]. A ela se pode equiparar o suicídio assistido, quando não se causa diretamente a morte de outrem, mas se presta auxílio ao suicídio de outrem, com o objetivo de eliminar o sofrimento. Também se usa a expressão “suicídio medicamente assistido”, porque, de um modo geral, as legislações em vigor em vários Estados exigem que seja um médico a prestar esse auxílio, do mesmo modo que as leis que permitem a eutanásia exigem que seja um médico a praticá-la.
2. Será a eutanásia verdadeiramente uma “morte assistida”? É usada, com frequência, a expressão “morte assistida” como conceito que…

«Eutanásia: o que está em causa? Contributos para um diálogo sereno e humanizador»

Nota Pastoral do Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa
1. As questões ligadas à legalização da eutanásia e do suicídio assistido estão em discussão na Assembleia da República e na sociedade. Como contributo para esse debate, que desejamos seja em diálogo sereno e humanizador, surge esta Nota Pastoral do Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa sobre o que verdadeiramente está em causa[1]
2. Por eutanásia, deve entender-se «uma ação ou omissão que, por sua natureza e nas intenções, provoca a morte com o objetivo de eliminar o sofrimento»[2]. A ela se pode equiparar o suicídio assistido, isto é, o ato pelo qual não se causa diretamente a morte de outrem, mas se presta auxílio para que essa pessoa ponha termo à sua própria vida.

O sentido da vida... "A realidade dói muito. Por isso, foge-se dela"

O sacerdote jesuíta Vasco Pinto de Magalhães acompanhou jovens universitários em Lisboa ao longo de vários anos. Também já foi mestre de noviços em Coimbra e responsável pelo rigoroso discernimento vocacional que a Companhia de Jesus faz com os jovens que desejam ser padres. Está agora no Porto a acompanhar jovens adultos e casais com filhos pequenos. Se, ao longo da história, os jesuítas foram sempre enviados para realidades onde a proposta cristã era desconhecida ou até mesmo adversa, o padre Vasco Pinto de Magalhães garante que hoje “a linha da frente” da missão joga-se também nas novas fronteiras da modernidade e na voragem das grandes cidades, onde falar de Deus e de amor não é nada fácil. Pretextos para uma conversa com a Renascença sobre o sentido da vida nos tempos actuais. Cruza-se com muita gente nova, com adultos jovens, conhece a realidade das grandes cidades. É difícil falar de Deus hoje? Quais são os principais obstáculos? Há um défice, sobretudo nos mais novos, de pensamen…

A grandeza das pessoas está nos detalhes

A grandeza de uma pessoa está nos pequenos detalhes que, a princípio, podem não parecer importantes. Pequenos detalhes moldam as pessoas em aço inesquecível, tornando-as pessoas únicas e excecionais. Estas não são as pessoas que não têm medo de nada ou que não cometeram erros, mas são as pessoas que sempre têm uma palavra amável, uma mão pronta para ajudar a construir um pensamento bom, prontas para fazer uma boa ação. Ou seja, são os pequenos detalhes que fazem a diferença nessas pessoas. Elas entendem o valor de viver e compartilhar e não se intimidam pelos absurdos da sociedade. Digamos que essas pessoas freiam na hora certa e percebem que vivemos muito rápido. Elas não se destroem umas às outras com críticas ou com expectativas, pois um dos “pequenos detalhes” que praticam é aceitar incondicionalmente o outro. Elas não apenas amam o mundo, mas respeitam-no, porque são parte dele. 

Relações entre pais e filhos!

Há uma oração por dia... Click to pray

Aplicação Click To Pray foi criada por jesuítas portugueses e conquistou o Papa Francisco. Há uma oração por dia e vários textos para pensar. App lança a versão internacional para levar a fé ao mundo. As aplicações para telemóvel sobre fé, orações e confissões já não são novidade. Mas houve uma que conquistou a pessoa certa: o Papa Francisco. Chama-se Click To Pray, foi concebida por jesuítas portugueses e agora adaptada a outras línguas – inglês, espanhol e francês.

Perdoar nem sempre é fácil...

Perdoar nem sempre é fácil, principalmente quando a causa da ofensa abriu profundas feridas no coração. Mas aqui está um caminho sereno para abrir seu coração ao perdão.  Muitos caminham pela vida com feridas abertas há muitas décadas, buscam a cura para a cicatrização; mas quando pensam que ela ocorreu, a ferida se abre novamente e causa dores maiores que no passado. Jesus nos diz que devemos perdoar o nosso irmão setenta vezes sete, ou seja, o perdão não tem limites para ser concedido. No entanto, nossa realidade humana, frágil e pecadora insiste em deixar que a ofensa seja maior que o perdão. Tudo isso se deve à profundidade que a mágoa causou em nossa alma. Bom mesmo seria se conseguíssemos perdoar sempre e de coração.

Rústica

Ser a moça mais linda do povoado.
Pisar, sempre contente, o mesmo trilho,
Ver descer sobre o ninho aconchegado
A bênção do Senhor em cada filho.

A Luz que Vem das Pedras

A Mulher Inspiradora

Mulher, não és só obra de Deus;
os homens vão-te criando eternamente 
com a formosura dos seus corações, 
e os seus anseios 
vestiram de glória a tua juventude.

A Mulher

Se é clara a luz desta vermelha margem
é porque dela se ergue uma figura nua
e o silêncio é recente e todavia antigo
enquanto se penteia na sombra da folhagem.
Que longe é ver tão perto o centro da frescura

Aqueles que ninguém quer escutar

Há pessoas que não têm quem as oiça… Esta ausência de amor não é tristeza, é algo bem mais profundo. No mundo de hoje estamos cada vez mais fechados e julgamo-nos confortáveis nesse nosso comodismo. Chegamos mesmo a pensar que os problemas do mundo acabam quando desligamos a televisão. Esta ilusão de que comandamos a realidade, dá-nos a falsa convicção de que são os outros que precisam de nos ouvir, e não nós a eles. É preciso lutar muito para que cada um de nós seja capaz de se evadir da prisão onde está só.

Quando acaba o amor no casal é preciso «não condenar» nem «fazer casuística», mas «caminhar» com ele, diz papa

O papa vincou na última sexta-feira, no Vaticano, que a Igreja tem o dever de acompanhar os membros de um casal que deixam de estar unidos pelo amor, em vez de os criticar ou de os analisar à luz de argumentos subtis. «[Quando] o amor fracassa, porque muitas vezes fracassa, devemos sentir a dor do fracasso, acompanhar as pessoas que tiveram este fracasso no próprio amor. Não condenar. Caminhar com eles. E não fazer casuística com a sua situação», vincou Francisco, segundo a Rádio Vaticano. As palavras do papa foram proferidas na homilia da missa a que presidiu, intervenção baseada no Evangelho proclamado nas eucaristias de hoje (cf. Artigos relacionados), em que um grupo de fariseus pergunta a Jesus se um homem pode repudiar a sua mulher. «Sempre o pequeno caso. E esta é a armadilha: por trás da casuística, por trás do pensamento casuístico, há sempre uma armadilha. Sempre. Contra as pessoas, contra nós, contra Deus, sempre», vincou.

Aquele que não ama a si próprio, não reconhece em si qualidades e talentos

Amar a si mesmo é um requisito fundamental para que o ser humano possa vivenciar a felicidade. Embora tenhamos aprendido que a autoestima é individualista e egoísta, ela é essencial para que possamos nos expor ao mundo com coragem e confiança. Aquele que não ama a si próprio, não reconhece em si qualidades e talentos e se acha inferior ao resto do mundo, dificilmente conseguirá amar verdadeiramente o outro, pois seu amor será sempre revestido de medo.