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Mensagens

A mostrar mensagens de Dezembro, 2015

No final de mais um ano...

Estamos no final de mais um ano e nesta etapa derradeira de mais um ano vivido e experienciado, provavelmente, surge no pensamento de cada um os planos, os desejos, os projetos, as intenções para o novo ano que já está à porta. Todos ansiamos por um ano novo melhor ou pelo menos igual (ou nunca pior) ao que finda. Endereçamos votos de Bom e Feliz Ano Novo aos amigos e aqueles que amamos. Quando esboçamos este tipo de votos e sentimentos parece que estamos sempre a pedir mais… Este é um facto sentido pela maioria das pessoas e que em nada nos deve perturbar, mas que nos deve impulsionar a refletir, a fazer uma revisão e a questionar em que sentido o que ansiamos e desejamos para nós, para os nossos familiares e para os nossos amigos, é verdadeiro e sentido.

Sagrada Família: experimentar a alegria do perdão

Domingo 27 de dezembro, Domingo da Sagrada Família– na Basílica de S. Pedro o Papa Francisco presidiu à Eucaristia celebrando o Jubileu das Famílias no Ano Santo da Misericórdia. Peregrinar e rezar em família vivendo a alegria do perdão e da misericórdia na vida de todos os dias – este o desafio do Papa Francisco para as famílias do mundo. Não perder a confiança na família, abrindo o coração sem nada esconder.  Partindo da narrativa apresentada por S. Lucas no Evangelho o Santo Padre focalizou a sua atenção na viagem de Jesus, Maria e José “como peregrinos a Jerusalém pela festa da Páscoa”. “O facto mais interessante posto em evidência pela Palavra de Deus” – disse o Santo Padre – “é a peregrinação ser feita pela família inteira: pai, mãe e filhos vão, todos juntos, à casa do Senhor a fim de santificar a festa pela oração. É uma lição importante oferecida também às nossas famílias” – salientou o Papa Francisco: “Como nos faz bem pensar que Maria e José ensinaram Jesus a rezar as orações! …

Papa celebra Natal sob o signo da misericórdia e olhar nas periferias

Cidade do Vaticano, 24 dez 2015 (Ecclesia) - O Papa Francisco celebra este ano o Natal sob o signo do Jubileu da Misericórdia, com o qual convida os católicos a procurar quem vive nas periferias da sociedade. “Se queres encontrar Deus, procura-o na humildade, procura-o na pobreza, procura-o onde Ele está escondido: nos necessitados, nos mais necessitados, nos doentes, nos esfomeados, nos presos”, disse em Roma, ao abrir a Porta da Caridade num refeitório da Cáritas, precisamente uma semana antes do Natal. O Papa que já entrou em casa de idosos pobres, almoçou com pobres e caminhou entre barracas preside esta noite (20h30 de Roma) à Missa do Galo, na Basílica de São Pedro, com todas estas pessoas no coração.

Que teus olhos, Menino, ensinem largueza

Que teus olhos, Menino, ensinem largueza
e altura aos meus olhos

Que teus olhos curem os meus
da fadiga e dos seus filtros

Que teus olhos desimpeçam a visão
fragmentária, parcial e indecisa

Que teus olhos devolvam aos meus olhos
o vento azul da viagem e a sua alegria
Devolvam o real como anel aberto
em vez dos círculos obsidiantes e fechados
Devolvam o aberto como imagem
e programa

Que teus olhos, Menino, ensinem aos meus
o seu natal P.e José Tolentino Mendonça

É Natal, nunca estive tão só.

Último Poema
É Natal, nunca estive tão só.
Nem sequer neva como nos versos
do Pessoa ou nos bosques
da Nova Inglaterra.
Deixo os olhos correr
entre o fulgor dos cravos
e os dióspiros ardendo na sombra.
Quem assim tem o verão
dentro de casa
não devia queixar-se de estar só,
não devia.
Eugénio de Andrade

O Natal de todos nós

Uma bela poesia de Tolentino de Mendonça sobre o Natal de todos nós (crentes ou ateus)

SOS: ELOGIOS EM PERIGO DE EXTINÇÃO

Sabia que uma autêntica “virose” está a colocar os elogios em vias de extinção?  Já o sentiu? Não, não estou a falar de um pássaro, de um felino, de um réptil, de uma planta ou árvore. Estou a falar de elogios. Parece que estão mesmo em vias de extinção. Um destes dias, apercebi-me da grandeza desta realidade. Será que a capacidade de elogiar, especialmente as pessoas que amamos, e de quem gostamos, também “imigrou”? Já imaginou como a vida seria diferente se essa capacidade não tivesse sido afetada pela tal “virose”? Como se sentiria? Como os outros se sentiriam? Como tudo seria?

Podia ser Natal...

Natal, tempo de voltar a casa! Tornou-se viral, nos últimos dias, o anúncio publicitário, de origem alemã, no qual se alerta para uma situação cada vez mais frequente da nossa sociedade: o abandono dos mais velhos. Isto ocorre particularmente numa sociedade competitiva em que nos situamos, quando os mais novos se dedicam, sofrega e vertiginosamente, às suas vidas, às suas coisas, aos seus trabalhos, a si e só a si... Sim, vivemos no tempo da amnésia e do alzheimer! Do esquecimento e da ingratidão! Vivemos no tempo dos filhos que se esquecem dos pais e dos pais que se esquecem dos filhos. Dos irmãos que não se falam, dos vizinhos desconhecidos. Colectivamente, perdemos a memória. Da casa, do lar, da família, da reunião. Que bom se redesenhássemos as relações e reatássemos as comunhões! Que bom se o Natal fosse, outra vez, o tempo de voltar a casa!
Misericórdia, outro nome do Natal! Chega o Natal em tempo de misericórdia. O Papa Francisco convocou toda a Igreja para a celebração de um Jubileu…

Oração de Consoada Natal 2015

Iniciativa em favor da família natural será registrada em Bruxelas

Em 9 de dezembro, a Comissão Europeia tornou pública a decisão de registrar a iniciativa civil “Mum Dad & Kids”, o que significa que o projeto pode ser implementado com os conteúdos e formas com que foi proposto pela Comissão dos Cidadãos, em sua apresentação oficial de 15 de outubro. "A Comissão Europeia reconheceu que as medidas propostas para a definição do matrimônio exclusivamente como a união entre um homem e uma mulher, e que a definição de família como fundada no matrimônio e/ou na descendência fazem parte das competências da União Europeia e são compatíveis com os seus valores fundamentais", diz um comunicado da seção italiana da Comissão dos Cidadãos.

Família: oásis de esperança

A família é a base da esperança para a Humanidade (Papa Francisco)
Muito se fala da família. A família está em crise e a crise da instituição familiar é provocada, em parte, pela própria evolução da sociedade, que por sua vez é fruto da cultura contemporânea. Mas será que se trata mesmo de uma crise ou serão as pessoas que já não têm esperança? Num mundo onde o individualismo e o egoísmo estão bem patentes, torna-se urgente aprofundar as relações humanas, cultivar o amor, partilhar a amizade e conviver em fraternidade. E estes laços são fermentados na família. Uma noite, durante um concerto em Filadélfia, nos Estados Unidos, o Papa Francisco disse no seu discurso que “a família é a base da esperança para a humanidade”. Partindo do pressuposto de que são os nossos valores que nos conduzem, é importante reforçar, na família de hoje, valores humanos universais como o amor, o respeito, a solidariedade e a dignidade, os quais contribuirão positivamente para a união familiar, formando família…